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Re: Traducao do livro do Rabino

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1 Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Dez 21 2009, 14:37

rumya karine

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Infância, solidão, Desenhos Animados e irmãos



SB: Houve alguma idade específica onde você percebeu, "Oh, nossa, perdi minha infância?

MJ: Sim, eu me lembro distintamente...
É como estar numa viagem onde não se pode sair e pensa, "Oh meu Deus, O quê eu fiz?" E você está comprometido e não pode sair. Isso me aconteceu antes da adolescência. Eu queria tanto brincar no parque do outro lado da rua onde outros garotos jogavam baseball e futebol, mas eu tinha que trabalhar. Eu podia ver o parque depois da rua. Mas eu tinha que ir para o outro prédio para trabalhar nos álbuns até tarde da noite. Eu me sentava lá e ficava olhando as crianças com lágrimas rolando pelo rosto e eu dizia, " Eu estou preso e eu tenho que fazer isso pelo resto da minha vida. Eu tenho um contrato." Mas queria muito ir lá e isso estava acabando comigo, só para fazer um amizade para dizer um 'oi'. Eu costumava andar pelas ruas procurando alguém para conversar. Eu te disse isso.

SB: Quantos anos você tinha?

MJ: Foi durante a época de Thriller.

SB: Então você era a maior estrela do mundo e...

MJ: Eu estava procurando alguém para conversar. Eu era tão solitário que chorava no quarto. Eu pensava " É isso. Eu vou sair daqui!" E eu saia pelas ruas. Eu me lembro de perguntar para pessoas "Quer ser meu amigo?"

SB: Eles provavelmente ficavam em choque.

MJ: Eles ficavam assim "Michael Jackson!" E eu pensava "- Oh Deus! Eles vão ser meus amigos só por que eu sou Michael Jackson? Ou por apenas por mim?" Eu só queria alguém com quem conversar.

SB: E você encontrou?

MJ: Sim, bom, eu fui ao parque e havia garotos se divertindo.

SB: Foi aí que você decidiu que crianças eram a resposta. Eram as únicas que te tratavam como pessoa?

MJ: Sim, é verdade.

SB: Então foi nessa idade que você percebeu "Oh nossa. Eu perdi minha infância, porque essas são as únicas pessoas com quem eu posso me identificar!"

MJ: Eu sofri muito nesse processo. Eu sabia que havia algo errado comigo nessa época. Mas eu precisava de alguém... Provavelmente é por isso que tenho manequins. Eu diria que eu sentia que precisava de pessoas, e eu não tinha... Eu era tímido demais para estar com pessoas reais. Eu não conversava com elas. Eu era meio que como velhinhas conversando com plantas. Mas eu pensava que eu queria algo que me fizesse sentir que eu tinha companhia. Eu sempre pensava, "Por que eu tenho isso?" Eles eram como bebês, crianças, e pessoas, e me faziam sentir que havia pessoas comigo.

SB: Por que você era tão tímido para conversar com pessoas reais? Era por que você só havia aprendido a performar e não tinha tido a oportunidade de sair?

MJ: É isso. Não havia 'saídas'.

SB: Você ainda se sente solitário?

MJ: Não do jeito que era. Não.

SB: Logicamente que você tendo filhos isso fez uma grande diferença. Mas há uma parte de nós que não á apenas ser pai. Há uma parte de nós que precisa de outras formas de interação.

MJ: Que tipo de interação?

SB: Alguém em que você possa buscar alívio emocionalmente de uma forma que Prince e Paris não poderiam entender.

MJ: Mmmmm. Amigos e certamente pessoas em que se possa confiar. Elizabeth [Taylor], ou quem quer que seja... Mac [Macaulay Culkin], Shirley Temple [Black], pessoas que estiveram lá.

SB: Então são sempre pessoas que passaram pelo o que você passou, todas essas estrelas mirins?

MJ: Eles [pessoas que foram estrelas mirins] dizem, "Sim, eu sei o que você quer dizer," mas não sabem. Só estão tentando concordar com você.

SB: Você sempre discute com amigos que foram estrelas mirins coisas individuais que aconteceram com eles? Ou você nem precisa dizer: "Você meio que entende?"

MJ: Sabe, é como telepatia. Eu gostaria que você pudesse ter visto Shirley Temple e eu.



Apenas algumas semanas antes dessa conversa Michael tinha ido visitar Shirley Temple Black em São Francisco.


SB: Você ainda tem contato com ela?

MJ: Vou ligar para ela. Eu tenho que ligar para ela de novo. Eu sempre a agradeço e ela continua me perguntando porque e eu respondo " Por causa de tudo o que você fez por mim!"

SB: Acha que irá dedicar uma canção para ela?

MJ: Eu adoraria.

SB: Então Macaulay Culkin não precisa te dizer " Eu estava no set e isso aconteceu com o meu pai." Vocês nem precisam ter uma conversa assim?

MJ: Oh sim. Há um pequena alma preciosa que é um bebê, Macaulay Culkin, que imaginava "Como fui pego em tudo isso? Eu nunca pedi para ser ator." Ele sempre quis sair. Você precisa observar a energia dele quando ele fica nervoso com o pai, cara, isso o fere e é isso o que acontece, sabe? Oh, mas eu me vejo com ele. [Michael grita] " Mac venha aqui!" o grito...

SB: Então isso te relembra o que você teve que passar? Ele fez muitas escolhas que você fez. Ele tentou se segurar a infância dele o quanto possível. Mas há outras estrelas mirins que não conseguiram, como Brooke Shields, que para o mundo parece não ter tido escolhas na infância, ela não tentou redescobrir a infância dela. Você acha que é um preço? Você acha que Macaulay Culkin, você e outros possam ser mais saudáveis por que entendem o que perderam e que precisam compensar?

MJ: Sabe, com certa pessoas eu entendo e com outras não. Com ela começou como sendo modelo, então não era como estar no set o dia todo, todos dos dias. Ela era modelo. Ela não era uma estrela de cinema até querer, Eu acho que foi em Pretty Baby onde ela interpretou uma prostituta na idade de... Eu acho que foi por volta dos 12 anos. Era mais fotografia, então não era como foi para nós, o dia todo, da manhã à noite. Eu acho que isso afeta as pessoas de formas diferentes, mas é sempre a mesma coisa. Ela é um doce, esperta. Não é uma tonta. Ela é esperta mesmo. Muita gente pensa que quando alguém bonito é tonto também. Mas ela é muito esperta.

SB: Quais outras estrelas mirins você teve amizade?

MJ: Não sobraram muitas delas. O que assusta. Muitas delas se destróem.

SB: Aos treze anos você se tornou personagem de uma série de desenhos animados. Foi difícil lidar com isso?

MJ: Eu acordava toda manhã de sábado. Mal podia esperar.

Assista o primeiro episódio no youtube: [ame]http://www.youtube.com/watch?v=B-YG2NJcnAI[/ame]

2 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Qui Dez 24 2009, 23:52

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3 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Sex Dez 25 2009, 01:12

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Traducao do livro do Rabino A TUTORA DE INFÂNCIA DE MICHAEL





'Michael e eu falávamos sobre Rose Fine, sua tutora que acompanhou os Jackson 5 durante as turnês. Michael continuou ligado à ela até depois de ter crescido e a dar assistência financeira à ela sustentando-a pelo resto da vida. A conversa começa comigo e Michael falando da viagem de avião.'



MJ: Isso deixou uma cicatriz horrível em mim.

SB: O quê?

MJ: Turbulência e estar lá em cima pensando que não ia viver mais.

SB: Se lembra daquela história que me contou sobre a tutora judia?
MJ: Rose Fine?

SB: Você me disse uma vez ao telefone que ela costumava te dizer que se houvesse uma freira no avião todo mundo iria morrer.
MJ: Ela dizia, " Estamos bem, estamos sentados no avião e agora temos muita fé. Eu chequei... não havia nenhuma freira no avião." Eu sempre acreditei nisso.

SB: Você ainda procura por freiras no avião?

MJ: Eu penso nisso! Eu nunca vi uma freira no avião. Ela [Rose Fine] me ajudou muito por que segurava minha mão e me acalentava. Depois do show eu corria para a sala. Nós líamos e tomávamos leite quente e eu precisava tanto disso. Ele sempre me dizia, “A porta está aberta," e ela deixava a porta dela aberta.

SB: É possível que alguém que não seja o pai ou mãe biológico de uma criança possa amar tanto uma criança quanto se ama a própria? Você ama outras crianças como ama Prince e Paris?
MJ: Absolutamente.

SB: Eu sempre notei que uma coisa que impressiona em você é quando eu digo, "Prince e Paris são lindos," e você sempre diz, "Não, todas as crianças são lindas." Você não me deixa seguir assim apenas elogiando Prince e Paris.
MJ: Elas são lindas para mim. Eu vejo beleza em todas as crianças. Elas são todas lindas para mim. É tão lindo e eu as amo todas - igualmente. Eu costumava discutir com as pessoas que não concordavam comigo. Elas diziam que eu devia amar mais as minhas do que as outras.

SB: Rose Fine, embora não fosse sua mãe biológica, era capaz de te demonstrar muita afeição maternal?

MJ: E cara, eu precisava disso. Eu nunca estava com minha mãe quando pequeno era muito raro, e eu tinha uma mãe maravilhosa. Eu a vejo como um anjo, e eu estou sempre viajando, indo e voltando de turnês, por toda América, além mar, clubes, sempre fora. Isso me ajudou muito. Nós tomávamos conta dela [Rose Fine] , Janet e eu, até o dia em que ela morreu. Ela morreu recentemente.

SB: Você acha que ela deveria ser mencionada no contexto da nossa iniciativa de ajudar crianças?

MJ: Por favor. Ela precisar ser lembrada.

SB: Quantos anos ela tinha?

MJ: Ela nunca me dizia a idade dela. Eu acho que ela já tinha uns 90. Ela costumava dizer, "Quando eu me aposentar de vocês eu revelo minha idade." Mas quando ela se aposentou ela ainda não tinha me revelado. Ela estava conosco desde a primeira turnê dos Jackson 5 até eu os meus 18 anos. A primeira turnê foi depois de termos uma grande chance - o primeiro hit single. Ela sempre tinha o poder, como alguns concertos começavam tarde e ela sempre tinha o poder de parar o show por causa da Educação que dizia ' crianças não podem passar tempo legalmente (sem estudos)'. Mas ela sempre deixava passar. Ela não podia magoar a platéia.

SB: E então ela lecionava durante o dia?

MJ: Aha.

SB: Matérias básicas? Matemática? Inglês? Ela ensinava oara todos os cinco juntos?
MJ: Sim, todos juntos, por três horas. Ela ensinou Janet, todos eles.

SB: Me conte mais um pouco sobre ela?
MJ: Sim, Rose Fine morreu esse ano (2001). Janet e eu pagamos por enfermeiras e cuidados hospitalares, e se a televisão dela quebrasse ou ficasse sem eletricidade, ou qualquer coisa que estivesse indo errado na casa dela, nós pagamos as contas. Agora o marido dela está doente e eu estou tomando conta dele, pois sentimos que ela era nossa mãe e você cuida de sua mãe.

SB: Você sente mesmo isso?
MJ: Absolutamente. Ela era mais do que uma tutora e eu fiquei tão bravo comigo mesmo, pois quando ela morreu eu estava longe, muito longe. Eu não conseguiria chegar até lá. Eu estava na Suíça e Ewy [secretária de Michael] me telefonou e me disse que ela estava morta. Eu disse, "O quê? Eu estou na Suíça. Eu não posso..." Isso me deixo bravo, mas eu fiz tudo o que podia. Também me magoou quando eu fui visitá-la, eu disse, " Sr. Fine, é o Michael," e ela disse, "Você não é o Michael," e eu voltava a dizer, " Sou eu, o Michael," e ela dizia, " Não diga que você é o Michael. Você não é o Michael." Isso meio que finca no cérebro e eles não te reconhecem mais. Isso dói tanto. Envelhecer não é sempre bonito. É triste.

SB: Com quantos anos uma criança lida com algo assim? Você tentava conservar a sua juventude, seu jeito brincalhão, e todas as coisas das quais falamos a respeito. Você acha que envelhecer é uma maldição?
MJ: De certa forma, quando o corpo começa a deteriorar. Mas quando os idosos voltam a infância, eu já antes, eles ficam bastante brincalhões e crianções. Eu me relaciono bem com idosos por que eles têm aquelas qualidades de criança. Sempre que eu vou a um hospital eu sempre acho um jeito de ir em outros quartos para conversar com idosos. Eu fiz isso dois dias atrás, pois eu estava no hospital e eles são tão amáveis e te recebem como as crianças recebem.. Eles dizem, " Entre," e nós conversamos. Eles são simples e gentis.

SB: Então a vida é como um círculo. Você começa como criança e então passa pela fase adulta, que muitas vezes não é saudável. Há muitas coisas negativas sobre essa fase, e então você volta, numa idade avançada, àquela inocência, e se torna muito mais brincalhão. E se tem mais tempo como as crianças têm. Eu acho que é por isso que avós se dão tão bem com os netos.
MJ: Idosos e crianças são parecidos. Eles são livres e brincam livres e são simples e gentis. É um sentimento espiritual. Eu não visito lares de idosos o tanto visito os orfanatos. Muitos deles têm Alzheimer e não reconhecem. Mas eu sempre tenho ótimos relacionamentos com idosos. Eu adoro coversar com eles e eles te contam estórias de infância e como o mundo era naqueles dias e eu amo isso. Havia um idoso judeu em Nova York que muito tempo atrás me disse, " Sempre seja grato pelo seu talento e sempre dê aos pobres. Ajude outras pessoas. Quando eu era menino meu pai me dizia, ' Vamos pegar essas roupas e esses pães e vamos embrulhá-los, e vamos pelas ruas e subindo escadas batendo nas portas das pessoas para deixar os embrulhos à porta e corremos!' Eu perguntava, ' Por que você diz para correr?' e ele respondia, "Por que quando eles abrirem a porta não quero que sintam vergonha. São orgulhosos. Essa é a real caridade," Eu nunca esqueci isso [ a estória do velho]. Isso é doce, não é? E ele fazia isso quando menino o tempo todo.

SB: Então você tentou fazer atos caridosos que ninguém ficasse sabendo?
MJ: Sim, sem brandir nenhuma bandeira. Ele [o homem o qual Michael falava] dizia que a verdadeira caridade é dar de coração sem levar crédito, e quando ele corria ele não sabia o que havia deixado. Era como se Deus tivesse deixado cair lá, sabe? Era tão bonito. Eu nunca esqueci essa estória. Eu tinha uns 11 anos quando ele me contou isso. Ele era um judeu idoso e muito gentil. Eu lembro.



'Na religião Judaica a forma mais alta de caridade é quando o beneficiado não sabe a identidade do benfeitor, e o benfeitor não sabe a identidade do beneficiado. Daí o costume judeu de pôr dinheiro todos os dias em uma caixa de caridade em casa ou em uma fundação pública que mais tarde será distribuída para os pobres.'

SB: Ela [Rose Fine] era uma judia comprometida? Ela vigiava a fé dela? Ou ela era mais como uma judia sem comprometimento?

MJ: O quê isso significa?

SB: Ela se abstinha de viajar no Sabbath, ela comia apenas kosher food, coisas assim?
MJ: Não que eu lembre. Ela me ensinou muito sobre o Judaísmo. Eu não sei se ela comia Kosher food, mas sempre me sentia mal por ela por que o filho dela sofria muito. Ele era um médico que morreu cedo e no dia em que ele morreu, eu me lembro do quão pra baixo ela ficou. Ele era um médico maravilhoso, foi para Havard, era alto e bonito. Ele tinha um tipo de tumor cerebral. Eu não consigo imaginar perder um filho assim, não consigo imaginar perdendo qualquer criança.

SB: Você descobriu algo de bom sobre o Judaísmo de Rose Fine?
MJ: Ela me ensinou a cultura judaica e eu nunca esquecerei, quando eu era pequeno pousamos na Alemanha, e ela ficou tão quieta. Perguntei, "O quê foi, Senhorita Fine?" Sabe quando as crianças conseguem dizer se há algo de errado com suas mães? Ela disse. "Eu não gosto disso," E eu perguntei, "Por que?" E ela respondeu, " Muita gente sofreu aqui." Foi quando eu aprendi sobre os campos de concentração, através dela, pois eu não sabia nada a respeito disso. Eu nunca irei esquecer aquele sentimento. Ela disse que sentiu frio lá, ela podia sentir. Que pessoa gentil. Ela me ensinou as maravilhosas palavras dos livros e a ler, e eu nunca seria a mesma pessoa se não fosse por ela. Eu devo muito à ela e por isso que estou dedicando o novo album à ela.

SB: Você acha que ela te via como um filho?
MJ: Ela me chamava de filho. Sempre que subíamos no avião e viam sete meninos negros com um pai negro, nos tínhamos como grandes Afros, e então essa senhora branca e judia conosco. A paravam para perguntar, "Quem é você?" Ela respondia, "Eu sou a mãe." Ela sempre respondia isso e a deixavam passar. Estória doce. Ela era especial. Eu precisava dela.

SB: Ela mostrava amor incondicional?
MJ: Sim.

SB: Então você acha que amor incondicional pode ser demonstrado por duas pessoas que não têm vínculo sanguíneo?

MJ: Oh meu Deus, sim, claro! Eu acho que aprendi isso com ela. Eu vi e experimentei isso. Não importa o sangue, a raça, crença ou cor. Amor é amor e quebra todas as barreiras e você pode ver direito. Eu vejo isso nos olhos das crianças. Quando eu vejo crianças, eu vejo filhotinhos desamparados. Elas são tão doces. Como pode alguém machucá-las? Elas são tão maravilhosas.

SB: Ela morreu esse ano então isso significa que você tem que lidar com a perda. Como uma criança lida com a perda? Criança vive no paraíso, num mundo perfeito o qual estamos tentando descrever. Adultos estão sempre sendo corrompidos pelas guerras e ciúmes, e o cinismo, e de repente vem a morte e mesmo uma criança tem de lidar com isso. E como você lida com a morte? E como uma criança lida com a morte?

MJ: Sim, eu tenho que lidar com a morte e isso é muito difícil.



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4 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Sex Dez 25 2009, 01:23

rumya karine

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Traducao do livro do Rabino
Relacionamentos e garotas que queriam ser namoradas



SB: Você sabe como as crianças sempre zombam dos casamentos. Eles dizem que tem uma quedinha por alguém na sala de aula. Crianças parecem ser naturalmente românticas. Você sempre foi romântico?

MJ: Não é de propósito, mas também não era contra. Eu acho que não. Você é o que é.

SB: AS crianças sempre têm esse amor do tipo filhotinho por dentro, e têm quedinas entre eles. Sempre passam recadinhos na sala de aula.

MJ: Eu acho isso tão bonito e doce.

SB: Você gosta de criar romance? Você é algum tipo de cupido?

MJ: Não, eu não faço isso. Eu sou muito tímido para isso. Eu sou muito parecido com minha mãe.. Costumávamos perguntar minha mãe se ela beijava o Joseph e ela respondia, "Não me pergunte essas coisas." Mas nós perguntávamos , " Mãe, a senhora o beija?"
e ela respondia, "Não queria quero falar sobre isso." E queríamos saber, " Como a senhora o conheceu? Quem pediu quem em casamento?" E ela dizia, " Eu não quero falar sobre isso."

SB: Então você foi levado a ser tímido e modesto sobre coisas relacionadas à amor e romance?

MJ: Sim, nós não falamos sobre isso.

SB: Você foi casado duas vezes, Michael. Você ainda acredita em romance, ou você teve experiências negativas e que portanto é mais difícil acreditar?

MJ: Não, eu acredito em romance, mas sou tímido sobre isso. Nenhum de nós convidou nossos pais para nossos casamentos. Não acreditamos nisso. Somos muito tímidos. Eu não ousaria nem em um milhão de anos convidar minha mãe para um casamento meu. Eu não consigo me ver caminhando pelo corredor [da igreja] com minha mãe sentada lá. É por isso que todos nós fugimos e nos casamos secretamente, e só depois minha mãe lia nos jornais e não se importava. Pois somos como ela. Ela teria feito a mesma coisa.

SB: Então amor tinha que ser algo escondido e oculto?

MJ: É algo particular, é meio piegas.

SB: E algo piegas é sempre particular?

MJ: Sim.

SB: Bom, eu também acredito que o amor romântico se desenvolve através do mistério e no escondido. Mas nós não podemos abusar dele. Seus pais deveriam mesmo estar no seu casamento. Então romance é algo que você acredita, mas você foi ensinado a ser tímido sobre isso?

MJ: Eu sou tímido.Eu não sei o quão bom eu sou nisso, pois sou tímido. Eu sou diferente nesse caminho. Eu tenho ouvido sobre caras sendo bem poéticos com as garotas e, "Oh baby, isso e aquilo." Eu não sou assim. Eu vou direto ao ponto e simplesmente digo.

SB: Então o que você faz nos clipes quando se espera que você encene romance e cenas de amor e coisas assim?

MJ: Por isso é meu trabalho escolher a garota, pois é meu trabalho achá-las bonitinhas. Então eu consigo fazer se eu realmente gosto delas, como algumas das garotas que você vê em meus vídeos. Eu as escolhi. Pois eu realmente gostei delas e isso causou problemas depois por que elas passaram a gostar mesmo de mim, e eu não quero que a coisa fique séria assim. Se tornou um problema muitas vezes.

SB: Você provavelmente enfrenta isso o tempo todo, não só por ser famoso, mas por que você é o tipo de cara que as mulheres gostam de ter por perto - brando, gentil, sem medo de expressar as emoções. [Isso foi obviamente dito antes de Michael ser preso e antes das torrentes de acusações que apareceram depois]. As mulheres morrem por caras que não tem medo de mostrar vulnerabilidade e brandura, enquanto muitos dos caras em Hollywood são estereotipados, egocêntricos, obcecados por eles mesmos e não conseguem se comprometer. Você frequentemente acha que isso acontece, que as mulheres se tornam grudentas?

MJ: Como assim?

SB: Como você disse, é para ser algo profissional. Você filma com uma mulher, mas depois elas se agarram à você.

MJ: Sim, acontece.

SB: Como você dá a notícia de que não é recíproco?

MJ: Quando elas me vêem me afastando. Sim. Algumas delas me seguem pelo mundo e isso é tão difícil.

SB: Isso provavelmente as faz te perseguir ainda mais, pois elas gostam dessa timidez de menino. Para ser mais exato, muitas mulheres gostam de 'bad boys'. Mas pela mesma razão, muitas gostam dos tímidos. Do mesmo jeito elas acreditam que elas podem redimi-los de serem 'bad boys' e tentam lapidá-los de diamantes brutos para polidos, elas acreditam o mesmo sobre o tímido. Elas pensam, " Só eu consigo tirá-lo dessa concha." Mas eu acho que depois de um tempo, com você se afastando delas pelo mundo, elas entendem a mensagem. Mas você nunca diz diretamente?

MJ: Não, pois isso iria magoá-las demais.


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5 Traducao do livro do Rabino em Sex Dez 25 2009, 01:38

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Traducao do livro do Rabino
'QUEDINHAS' E AMOR INFANTIL





SB: O quê Cindy Crawford queria com você noite passada?

MJ: Eu tenho visto Cindy de longe muitas vezes, e ela estava com outros caras, e nos conhecemos por outras funções... à distância. Eu acho que ela sentiu que essa era a chance dela de me conhecer de verdade. Ela provavelmente me admira. Muitas pessoas vem até mim. O que você viu não foi nada.

SB: Você tem visto celebridades se comportarem assim, como um bando de cães, procurando por alguém que seja mais famoso do que elas? Foi tão degradante.

MJ: Sim! É pior!

SB: Sobre o quê ela falou?

MJ: [imitando a voz de Cindy] "Como vai você?" e eu respondi, " Estou ótimo!". "Oh tem certeza que está bem?, Oh, Eu adoro o seu trabalho, e eu amo o que você faz. Há tempo está na cidade?" Eu respondi, " Estou trabalhando aqui. Estou gravando!"

SB: Você acha que houve um interesse romântico?

MJ: Siiiim. Eu acho que sim.

SB: Ela estava te pedindo para sair?

MJ: Essas garotas flertam... Elas flertam. Ela é bonita.

SB: Foi descarado. Um banqueiro que estava conosco à mesa me disse, "Cindy Crawford de perto é apenas outra garota!" Eu disse, "O quê ela faz aqui?"

MJ: Você viu Donald Trump chegar?

SB: Agora ele é um homem interessante.

MJ: Uma mulher que eu realmente gostava e respeitava era a Princesa Diana.

SB: Por que?

MJ: Por que ela tinha classe e sinceramente se importava com as pessoas e as crianças e nos problemas que estavam acontecendo no mundo. Ela não fazia para mostrar. Eu gostava como ela fazia as crianças esperarem em fila para fazerem alguma coisa.

SB: Podemos dizer que houve uma leve atração romântica mesmo que inocente? Ou você não quer dizer isso? Você quer apenas dizer que pensava que ela era uma mulher muito especial?

MJ: Eu achava que ela era muito especial.

SB: Ela era do tipo bem feminina?

MJ: Muito feminina e com classe. Era o meu tipo com certeza, e eu não gosto da maioria das garotas. Há muito poucas que se encaixam nesse molde. É preciso um molde muito especial para me fazer feliz e ela era uma delas. Com certeza.

SB: Por causa do amor delas por crianças?

MJ: Precisa de muito para se achar alguém parecido, um reflexo. As pessoas sempre dizem que os opostos se atraem e eu acho que isso é verdade, também. Mas eu quero alguém que seja bem como eu, que tenha os mesmos interesses e que queira ajudar, e tem que ir a hospitais comigo e cuidar de Gavin [o último acusador de Michael]. Foi por isso que viu Lisa Marie comigo nesse tipo de coisa. Ela se importava com esse tipo de coisa também.

SB: Você já havia pensado em chamar a Princesa Diana para sair?

MJ: Absolutamente.

SB: Então porque não teve coragem de pedir?

MJ: Eu nunca pedi uma garota para sair em minha vida. Elas têm que me pedir.

SB: Mesmo?

MJ: Eu não consigo chamar uma garota para sair.

SB: E se ela te chamasse?

MJ: Eu iria. Absolutamente. Brooke Shields foi quem me chamou para sair toda vez que você nos viu juntos. Foi tudo idéia dela sair , todas as vezes. Eu sinceramente gostava dela também. Gostava muito.

SB: Ela gosta de crianças?


MJ: Sim. Minha primeira namorada, Tatum O´Neal, ela ganhou o prêmio da Academia por Lua de Papel... Eu tinha 16 anos e ela 13. E eu era tão ingênuo. Ela queria fazer tudo e eu não queria sexo por causa de todos os valores associados a ser uma Testemunha de Jeová. Eu disse, "Você está louca?" Eu tinha que ser gentil com todas. Quando eu segurei a mão de Tatum foi mágico, foi melhor do que qualquer coisa, melhor do que beijá-la, qualquer coisa. Ela, Ryan O´Neal [o pai dela] e eu fomos à um clube e estávamos assistindo uma banda e debaixo da mesa ela estava segurando minha mão e eu estava derretendo. Foi mágico. Havia fogos de artifício explodindo. Era tudo o que eu precisava. Mas isso não significa nada para os jovens de hoje. Ela cresceu muito rápido. Não estava mais na inocência, e eu adorava isso.

Agora Brooke Shields foi um dos amores da minha vida (voz alta, entusiasmo). Saímos bastante. Fotos dela estavam por todas as minhas paredes e espelhos. Eu estava no Acadamy Awards com Diana Ross e ela se aproximou de mim e disse, "Oi, eu sou Brooke Shields. Você para a festa depois?" eu respondi, " Sim," e eu estava derretendo. Eu tinha uns 23 anos... Durante Off the Wall. Eu pensei, " Será que ela sabe que há fotos dela por todo meu quarto?" Então fomos para a festa e ela perguntou, "Dança comigo?" e fomos para a pista de dança. E cara, nós trocamos números e eu fiquei pulando pelo quarto a noite toda de tanta felicidade. Ela tinha tanta classe. Tivemos um encontro onde ela ficou realmente a fim e eu me acovardei. Eu não devia.
Lisa... Ainda somos amigos [2001], mas ela está se mudando. Ela mudou o número [telefone] e não temos o novo ainda.

SB: Você consegue dizer inocência imediatamente?

MJ: Direto, embora eu ache muito difícil dizer para as mulheres, pois elas são tão bajuladoras. Mas com homens eu usualmente consigo, pois eles são mais abertos como cãezinhos, enquanto garotas são como gatos. Sabe, se você está de viagem e chega em casa o cachorrinho vem fazer festa, enquanto o gato é " Ei, eu não preciso de você. Você que venha aqui e me pegue." Elas te dão atitude. Elas vêm e passam por você embora não tenham te visto em três meses. Mulheres são muito espertas. Walt Disney sempre dizia que mulheres são muito mais espertas que os homens, e ele contratava mais mulheres.


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6 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Ter Jan 05 2010, 20:45

gabii.moonwalk

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rumya karine escreveu:
SB: Então você acha que amor incondicional pode ser demonstrado por duas pessoas que não têm vínculo sanguíneo?

MJ: Oh meu Deus, sim, claro!


Sim, Claro!
Eu Te amo Incondicionalmente Michael

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7 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Jan 18 2010, 16:26

Mr. Unbreakable

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Membro Invincible
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Obrigado por traduzir :DD

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8 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Dom Jan 24 2010, 21:42

Renata Perleto

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Lindo !!! Amei Demais !!!

9 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Jan 25 2010, 06:51

Maykkart

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Fã Veterano
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Michael era realmente especial!!!!!!Ele era muito inteligente!!!!!Na minha opinião era seletivo em seus relacionamentos!!!!!!!!!Todas tinham que ter algo a mais!!!
Lindo!!!!Adorei!!!!!!!

10 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Qui Jan 28 2010, 00:26

rumya karine

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TALENTO MUSICAL


SB: Deixe-me te perguntar uma coisa... Bem, mas eu quero dizer, isso é o que faz de você único - que você é talentoso além do limite. Negros têm mais ritmo do que brancos? Quando você fala de dança e tudo mais... Quero dizer, é como uma piada, mas não é só uma piada que brancos não tenha ritmo. Quando você fala, assim, o ritmo natural e tudo mais e do jeito que esses jovens negros no gueto, o jeito que eles dançam, você sempre fala sobre isso. É como se fosse natural... Você sempre vê isso por aqui em Manhatan? Esses jovens que fazem música nas ruas. è incrível!


MJ: É incrível, e é natural. ... Eles tem esse ritmo natural que ninguém consegue explicar. É um talento natural.

SB: Você vê brancos com esse talento?

MJ: Não é a mesma coisa e eu não estou dizendo por dizer...

SB: Mas o senso de tempo...

MJ: Stan sempre me dizia, e ele ia em todos os clubes de negros... Ele sentava no Teatro Apollo e chamava isso de Cut-time rhythm. Ele disse que tinha que ter o ritmo negro então ele saía com os negros para pegar esse cut-time rhythm [ Michael faz sons]. Sabe, isso é o que rappers fazem agora - eles usam cut-time rhythm ( ao pé da letra: ritmo de tempo cortado). Isso é tudo sobre, é uma coisa de ritmo natural.

SB: Isso reflete no ritmo interior deles?

MJ: Sim, sim. Mas você pega uma criança negra e tem um ritmo de adulto, como um verdadeiro dançarino. É apenas uma habilidade natural, sabe?

SB: Sem tentar penetrar profundamente nisso, tradicionalmente, a África é mais como uma criança do que a Europa. A Europa se encheu de orgulho na sofisticação, nos perfumes e roupas elegantes. A África foi descartada como ' mais primitiva', mas por conseguinte muito mais natural, mais orgânica. Eles eram muita mais próximos da terra. Então poderia ser que eles nunca se separaram de seus ritmos naturais?

MJ: Mas como isso se tornou genético?

SB: Eu não sei.

MJ: Você poderia colocar uma criança escocesa ou irlandesa na mesma situação, deixar que nascessem na África entre aqueles...

SB: Bom, esse é todo um assunto sobre Elvis, certo?

MJ: Elvis sempre estava com negros.

SB: E ele adquiriu aquele ritmo, certo?

MJ: Sim, ele adquiriu aquele ritmo, ele queria executar passos, ele falava como negro e agia como negro. Nós conhecíamos Elvis muito bem e Lisa Marie e eu sempre falamos sobre como...

SB: Ele não foi um homem branco, você não acha que teria tido tanto êxito, certo?

MJ: Nem de perto. Nem de perto por que era esperado dele. Se lembra do slogan que Philips, que tinha a Sun Records, disse, " Se eu encontrasse um branco com o som de um negro, eu poderia ganhar um milhão de dólares." e apareceu Elvis Presley.

SB: Agora, você fez uma pergunta incrível: "Como isso se torna inato, sabe?" E principalmente a ciência hoje não acredita em adquirir características. Você não consegue transmitir características para um filho que você adquiriu ao longo da vida. Então, se você tem um grande talento musical, você passá-lo a Prince. Mas se alguém te ensinou, você não pode passar para Prince. Ele tem que aprender sozinho. Não está nos genes.

MJ: Sim, sim.

SB: Quando eu estava na minha competição de pregação no primeiro ano, eu fiquei em segundo, eu perdi para um pregador caribenho e éramos tão próximos. Eu perdi por uns 3 pontos de 103 e todos disseram, "Ele tinha senso de tempo, você não." Ele sabia como, esperar, sabe como um pregador deve construir. E todos os meus amigos me disseram, "Shmuley ele tinha ritmo." [ambos rindo]

MJ: Mas você é incrível.

SB: Não, mas ele tinha mesmo. Eu te disse, os pregadores negros são os melhores do mundo. São os melhores oradores. Olhe para Martin Luther King. Não há ninguém...

MJ: Eu choro quando ouço ele falar. Chego a soluçar.

SB: Ou mesmo Jesse Jackson, ou alguns dos pregadores aqui. Reverendo Floyd, aqui em Manhattan, deve ser o melhor do país...

MJ: Mas você é tão eloqüente. Quero dizer, você pinta quadros com suas palavras e faz pensar.

... Você alcança tudo. É brilhante.

SB: Mas é sobre ser movido pelo espírito e crianças são movidas.

MJ: Mas de onde você pega as palavras?

SB: Sabe, eu estava descrevendo no livro o que aconteceu na sexta a noite quando você veio jantar em nossa casa. Foi fascinante.

MJ: O quê aconteceu?

SB: Todos nós adultos começamos a jantar e subiu para brincar de esconde-esconde. E você foi como o Flautista de Hamelin, as crianças foram até você imediatamente. Pouco a pouco... Os adultos foram para o terceiro andar, para o segundo andar. Eles sentiram mesmo que estavam perdendo alguma coisa, por que todos estavam se divertindo e eles não. eles estavam conversando sobre política. Foi como o Flautista de Hamelin, e eles queriam fingir que estavam subindo por causa das crianças.

MJ: Eu adoro quando os seus amigos te atacam... Eu adoro isso! Eu adoro quando eles fazem isso.


...

Os líderes mais admirados e bem sucedidos da América.

SB: Ele é muito inocente e ele atacou por motivos políticos. Todos os conselheiros dele dizem que você precisa ser mais duro.

MJ: Não, não. Eu gostaria de ter conhecido Edison, Einstein e Michelangelo.

SB: Falamos de todos eles, à propósito, no livro. Edison era tão como uma criança.

MJ: Eu sei, eu percebo, eu o vi... rindo, fazendo graça. Eu vi a filmagem, eu vejo o que ele escreve. É homem bom, é um material legal. Eu adoro isso.

11 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Fev 08 2010, 17:10

Kind Dangerous

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Membro Invincible
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Maravilhozamenthe MICHAEL JACKSON

12 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Ter Fev 09 2010, 09:34

Kind Dangerous

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Membro Invincible
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Muitho bom....
Obrigada

13 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Ter Fev 23 2010, 13:27

Jussara

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Membro Unbreakable
Membro Unbreakable
Michael é um anjo, um ser acima de tudo.....

14 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Ter Fev 23 2010, 15:02

jullyaemichael

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Fã Máximo
Fã Máximo
Que lindoooooooooooooooooooooooooo

http://jullyaemichael.blogspot.com

15 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Jun 14 2010, 18:14

cryss

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Super Fã Dedicado
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maravilhoso, amo essas entrevistas........

16 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Seg Jun 21 2010, 16:37

Roxa

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Fã Dedicado
Fã Dedicado
Quanto aos comentários do rabino nesse livro eu ñ sei, mas pelo o q o Michael fala este livro deve ser bom de ser livro.

17 Re: Re: Traducao do livro do Rabino em Sab Out 03 2015, 23:36

Mariah Ramos

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Super Fã Veterano
Super Fã Veterano
Muito legal, eu particularmente adoro essas entrevistas do rabino divididas meio que em tópicos!
O Michael dá cada declaração!!! Ele é tão diferente desses caras galinhas, dos homens em geral... muito fofo e difícil de "amarrar", nem a Lisa filhinha mimadinha e milionária do Elvis conseguiu prendê-lo, por isso que ela ficou toda recalcada coitada...  trom*

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